Portugal registou 680 óbitos em excesso devido a altas temperaturas, distribuídos por três períodos distintos ao longo deste ano, segundo estimativas do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) divulgadas hoje.
De acordo com o relatório citado pelo Jornal “ Sic Noticias” entre junho e julho, o INSA e a Direção-Geral da Saúde identificaram três períodos de excesso de mortalidade em Portugal associados a ondas de calor, destacando-se o pico de 555 óbitos registado entre 2 e 8 de julho.“A maioria das vítimas tinha 75 anos ou mais, sendo o calor principalmente um fator agravante de doenças circulatórias, respiratórias e neoplásicas, e não a causa direta registada.” Lê-seO impacto real ficou abaixo das previsões do modelo Índice ÍCARO, um reflexo provável da eficácia das medidas de saúde pública, da adaptação térmica e do estado de consolidação dos registos de óbito.
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