Começa hoje, o Mundial 2026 e, com ele, renasce o grande sonho do futebol africano: conquistar, pela primeira vez, o título de campeão do mundo. Pela primeira vez, o continente estará representado por dez seleções na fase final, um reflexo do crescimento e da afirmação de África no panorama futebolístico internacional.Ao longo da história, o continente esteve várias vezes perto de alcançar feitos inéditos. Cada geração empurrou os limites do possível, com destaque para Marrocos, que em 2022 se tornou a primeira seleção africana a atingir as meias-finais de um Campeonato do Mundo.
Agora, a convicção é de que o fosso entre África e as grandes potências do futebol mundial nunca foi tão pequeno.As dez seleções africanas entram na competição com ambições elevadas. Marrocos, Senegal, Egipto, Gana, Tunísia, Argélia, Costa do Marfim, África do Sul, República Democrática do Congo e Cabo Verde representam um continente cada vez mais competitivo, sustentado por jogadores que brilham nos principais campeonatos do mundo.Mais do que uma disputa dentro das quatro linhas, este Mundial simboliza a esperança de um continente inteiro. Nas ruas, cidades africanas, milhões de adeptos acreditarão que o impossível pode tornar-se realidade.Talvez seja cedo para falar de glória, mas uma certeza existe: África nunca chegou a um Campeonato do Mundo tão preparada para desafiar a ordem estabelecida e sonhar com a sua primeira estrela mundial.
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