Zimbabwe News Update

🇿🇼 Published: 20 January 2026
📘 Source: O País

O Governo tem um défice de 6,6 mil milhões de meticais para responder à actual época chuvosa, dos 14 mil milhões de meticais considerados necessários para assegurar a assistência humanitária, apoio aos deslocados, serviços de saúde e alimentação nos centros de acomodação. A informação foi avançada esta terça-feira, pelo porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa, no final da sessão do Executivo. Segundo Impissa, o valor agora apresentado representa uma revisão em baixa face ao défice anteriormente estimado em cerca de 8 mil milhões de meticais, na sequência de reajustes feitos com base nos recursos já mobilizados e no apoio de parceiros.

O porta-voz explicou que, apesar das limitações financeiras, o Governo tem meios alocados para fazer face à situação, contando com recursos nacionais, apoio de parceiros internacionais e de países vizinhos. Entre os meios disponíveis estão nove helicópteros, embarcações e outras naves, utilizados em operações de busca, salvamento e assistência às populações afectadas pelas inundações. Relativamente às infra-estruturas, Inocêncio Impissa referiu que algumas pontes móveis se encontram estagnadas em determinados pontos do país, mas estão devidamente alocadas e poderão ser retiradas ou reposicionadas em caso de emergência, mediante indicação do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD).

Questionado sobre uma eventual responsabilização do Governo face ao cenário das inundações, o porta-voz afirmou que o Executivo não sabe se o governo responsabilidade, sublinhando, no entanto, que o mesmo está a fazer o trabalho necessário para salvaguardar a vida e os bens dos moçambicanos. Dados apresentados indicam que, entre 22 de Dezembro e segunda-feira, as chuvas e cheias já provocaram 11 mortes em diferentes regiões do país, além de milhares de pessoas afectadas e danos significativos em habitações e infra-estruturas. No sector dos transportes, o Governo reiterou que a retoma da circulação na Estrada Nacional Número Um (N1) só deverá acontecer depois do completo escoamento das águas, depois de análise minuciosa da via, por razões de segurança.

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Originally published by O País • January 20, 2026

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