Internado em estado crítico, no Hospital Mulago, Kizza Besigye, 70 anos, volta a colocar o Uganda no centro do debate sobre saúde, justiça e repressão. O colapso foi na quarta-feira. Em audiência, Besigye contestava a saída dos advogados quando desmaiou.
Levado sob custódia, deu entrada na unidade de cuidados intensivos inconsciente. A esposa, Winnie Byanyima, disse que ele não fala nem reage a estímulos.Segundo a Agência Lusa, o hospital confirmou a monitorização. Ex-médico de Yoweri Museveni, Besigye está há 25 anos na oposição.Com o líder internado, a pressão aumentou.
O advogado Erias Lukwago continua preso. A defensora Martha Karua foi impedida de entrar no país. É nesse cenário que as Nações Unidas denunciam recuo do Estado de Direito, mais intervenção militar e organizações não governamentais e jornalistas silenciados desde Janeiro.
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