O caso envolve uma professora de uma escola profissional na cidade de Wesel, na Alemanha, que ficou afastada por licença médica por 16 anos, de 2009 a 2025, e acumulou cerca de um milhão de euros em salários sem dar nenhuma aula.
Como funcionária pública, a legislação local garantia o direito de receber o salário integral continuamente. Ela apresentava novos atestados médicos todos os meses por problemas de saúde mental, sem que se examinasse, oficialmente, o seu estado.O caso só veio à tona quando as autoridades do estado da Renânia do Norte-Vestfália e a nova direcção da escola exigiram que ela passasse por uma perícia médica oficial.A professora processou o próprio empregador, alegando que a exigência violava seus direitos, mas a justiça alemã rejeitou a acção e determinou que ela deve passar pela avaliação médica.Descobriu-se depois que, mesmo declarada inapta para dar aulas por “doença”, ela fundou uma startup na área médica durante o período, o que viola gravemente as leis do funcionalismo público.
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