O cidadão equato-guineense Baltazar Egongo voltou a dirigir um apelo ao governo da Guiné Equatorial, solicitando autorização para manter encontros íntimos com a sua esposa, enquanto permanece em detenção. Egongo encontra-se preso há mais de um ano, após ter sido detido pelas autoridades, acusado de produzir e divulgar vídeos pornográficos. O caso ganhou grande repercussão no país devido à natureza dos conteúdos e à sua ampla circulação nas redes sociais.Em cartas recentemente tornadas públicas, o detido afirma que, durante os mais de 365 dias de reclusão, nenhuma mulher, incluindo a própria esposa, foi autorizada a visitá-lo.
Segundo ele, essa situação tem afectado o seu equilíbrio emocional e a estabilidade do seu casamento.Nos documentos, Egongo sustenta ainda que nunca forçou qualquer mulher a participar dos vídeos, alegando que todas as interações ocorreram de forma consensual. Apesar disso, reconhece que enfrenta as consequências legais dos actos que levaram à sua prisão.No apelo dirigido ao Presidente do país, o detido pede compaixão e solicita que lhe seja permitido receber a esposa e ter um espaço reservado para conversarem e manterem a relação conjugal, argumentando que, como ser humano, necessita de apoio emocional em circunstâncias difíceis.Egongo termina a mensagem agradecendo antecipadamente qualquer gesto de compreensão ou clemência que possa ser concedido pelo Governo.
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